Seminário de Pesquisa e Extensão
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Diversidade de atividades é destaque no 2º dia do Seminário de Pesquisa e Extensão
27/11/2015
Assessoria de Comunicação – UEMG Unidade Divinópolis

Palestras, mesas-redondas, sessões de comunicação coordenada, exposição de pôsteres, oficinas e minicursos. Uma diversidade de atividades acadêmicas e um vaivém de estudantes e professores nos prédios, no auditório e na tenda montada no pátio especialmente para o evento, na UEMG Unidade Carangola, marcaram o segundo dia do 17º Seminário de Pesquisa e Extensão da UEMG, que será encerrado nesta sexta-feira (dia 27 de novembro).

Iniciado na quarta-feira (dia 25 de novembro), o seminário busca promover a integração das atividades de pesquisa, extensão e ensino e intensificar a interação entre professores e acadêmicos das unidades da UEMG e de outras instituições. Durante os três dias do evento, estão programadas 1.126 atividades acadêmicas e prevista a participação de cerca de mil estudantes e professores de todas a unidades da UEMG.


Interação
A professora Marília Nunes, da UEMG Unidade Divinópolis, destacou que o seminário possibilita a troca acadêmica entre os estudantes e professores que desenvolvem projetos de pesquisa e extensão. “É muito importante este diálogo com as demais unidades. É um momento em que podemos divulgar os nossos trabalhos”, frisou a professora, que é doutora em Neurociências pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e apresentou o trabalho de pesquisa “Avaliação do perfil neuropsicológico de percepção e memória musical de crianças e adolescentes com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade” na sessão de comunicação coordenada sobre o tema “Educação e saúde”. O trabalho conta, também, com a participação dos professores Santhiago Souza e Marilene Cortez e das bolsistas Aline Aparecida Rocha Caetano e Thayna Luiza de Araújo Dias.



A professora Marília Nunes, da UEMG Unidade Divinópolis

O estudante Mateus Gonçalves, da Escola de Design da UEMG, reforçou a importância da interação entre os pesquisadores das unidades da Universidade. “Além das atividades acadêmicas, gostei muito da apresentação do grupo musical Violeiros da Paz, na abertura do seminário. É um momento em que temos a oportunidade de fazer contatos com outros pesquisadores”, afirmou o estudante, que apresentou no seminário um pôster do trabalho de pesquisa “A ordenação sequencial lógica de imagens como elemento da construção da narrativa visual do fotolivro”.

Diversidade de atividades
No período da manhã, um dos destaques da programação foi a palestra realizada pelo professor Eduardo Goulart Collares, da UEMG Unidade Passos, sobre “O zoneamento ambiental como instrumento de gestão dos recursos hídricos: a experiência do Projeto Grande Minas – União pelas Águas”, cuja bacia e afluentes passam pela cidade de Passos. O projeto foi premiado em 1º lugar na Feira de Ciências e Inovações Tecnológicas (Feicintec), realizada pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Minas Gerais (CREA-MG).

Também no período da manhã, ocorreu a mesa “Ações afirmativas no ensino superior e consciência negra: Universidade promovendo a igualdade racial”, que contou com a participação do vice-reitor da UEMG, professor José Eustáquio de Brito; e dos professores Julvan Moreira de Oliveira, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e Vanessa Regina, da UFMG, além de outros pesquisadores e estudantes.

Outro destaque, no período da tarde, foi a oficina “Librário: recursos imagéticos e a inclusão escolar do surdo em artes visuais”, ministrada pela professora Nadja Maria Mourão, da Escola de Design da UEMG, e também coordenadora do projeto de tecnologia social Librário: Libras na escola e na vida, desenvolvido pelo Centro de Estudos em Design e Tecnologia (CEDTec), da Escola de Design da UEMG.



Oficina “Librário: recursos imagéticos e a inclusão escolar do surdo em artes visuais”

Conforme ressaltou Nadja, o projeto, que foi um dos três finalistas no Prêmio de Tecnologias Sociais da Fundação Banco do Brasil, na categoria Tecnologias Sociais Universidade, Instituições de Ensino e Pesquisa, busca, entre outros objetivos, “aproximar a educação em artes visuais com a escola inclusiva, utilizando os seus conteúdos como recursos pedagógicos, facilitadores da educação e comunicação visual dos alunos surdos, através do jogo Librário, além de contextualizar a cultura da comunidade surda e possibilitar aos ouvintes o acesso ao vocabulário da Libras de forma dinâmica por meio dos jogos, interagindo com a arte”.

Com o objetivo de discutir o cenário atual das lutas em defesa dos direitos humanos, mais especificamente em relação às crianças e aos adolescentes, ocorreu a mesa “Programa Institucional de Extensão Direitos das Crianças e Adolescentes”, com a participação dos professores Alessandra Kelly Vieira, da UEMG Unidade Ibirité; Libéria Rodrigues Neves, da Escola Guignard da UEMG; e Lenir Rosa André e José Heleno Ferreira, da UEMG Unidade Divinópolis.



A estudante Amanda Santos Almeida, da UEMG Unidade Passos

Entre as apresentações de pôsteres, um dos destaques foi o do projeto de pesquisa “Perfil dos hipertensos cadastrados no programa Hiperdia”, apresentado pela estudante Amanda Santos Almeida, do curso de Biomedicina da UEMG Unidade Passos. O projeto, orientado pelas professoras Camila Belfort Piantino e Vilma Elenice Contatto Rossi, buscou identificar o perfil socioeconômico e o estilo de vida de pessoas hipertensas cadastradas em quatro unidades de Estratégia de Saúde da Família (ESF) de Passos. O projeto apresentou alguns importantes resultados: “Observamos que o fator de risco mais alarmante entre os hipertensos selecionados para a pesquisa é o sedentarismo. Também chegamos à conclusão de que o grau de escolaridade e a baixa renda são fatores de risco para a doença, além da classe social. Neste sentido, é preciso adotar medidas associadas à promoção de atividade física e orientações numa linguagem mais clara para ajudar no controle da doença”, comentou a estudante.

A pró-reitora de Extensão da UEMG, Vânia Costa, que realizou a palestra sobre o tema “Flexibilização curricular e extensão” no período da tarde, avaliou a importância do seminário para a ressignificação das unidades da Universidade. “O seminário, que começou no formato itinerante e depois foi realizado em Belo Horizonte durante alguns anos, agora volta a circular pelas unidades. Desta forma, o seminário também contribui para que os cursos das fundações incorporadas se configurem como uma Unidade da UEMG inserida em sua região, reforçando o significado da unidade na diversidade”, completou.

Exposições
Três exposições, cuja curadoria foi realizada pelo professor Pablo Gobira, da Escola Guignard da UEMG, fazem parte da programação cultural do seminário. “O ponto comum nas três exposições é o trabalho com a tecnologia digital”, ressaltou Gobira.

A primeira é a exposição coletiva “Sa[indo] da sa[la]”, dos artistas Bruno Silva, Frances Amaral, Maria Teresa Gontijo, Pablo Rodrigues, Tiago Goulart, Thiago Sandut, Walisson Queiroz e Wanatta Rodrigues. A mostra apresenta uma seleção de obras de arte expostas em três curadorias do projeto de extensão Sala de Estar, da Escola Guignard da UEMG, realizado entre junho e novembro deste ano. “A exposição cria um ambiente em realidade virtual em que as obras estarão disponíveis para o público”, contou o professor.

Já a segunda, intitulada “Glitch show”, apresenta uma seleção de fotografias da série “Acidentes de leitura”, do fotógrafo Alexandre Rodrigues Costa, na qual estão reunidas imagens alteradas por meio do glitch (erro/falha).

Por fim, a terceira exposição, “Instantes em Instagrams”, do artista Marcius Vinicius Barcelos (Magoo), apresenta, a partir do olhar do curador da mostra, “um recorte da série de fotografias que propõem paralisar o tempo em um instante no qual a luz marca a memória em formas e sentimentos, gerando um mosaico de imagens sugestivas para o olhar livre do público”. A exposição integra o projeto Corredor Cultural das Universidades Públicas da Região Sudeste.



Exposição “Instantes em Instagrams”

As exposições, realizadas por meio da Pró-Reitoria de Extensão da UEMG/Laboratório de Poéticas Fronteiriças (Lab|Front) e com apoio do blog Direitos à produção e ao acesso à arte e à cultura, podem ser conferidas, no primeiro andar do prédio novo da unidade, até o final do seminário, agendado para as 18h30 desta sexta-feira.

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