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    Mentes que Constroem, Mulheres que Inspiram: UEMG João Monlevade recebe V Encontro de Mulheres

    Na noite desta segunda-feira, 23 de março, a UEMG Unidade João Monlevade, no prédio do Baú, recebeu o V Encontro de Mulheres, promovido pelo Crea-Minas Júnior – Núcleo João Monlevade. Com o tema “Mentes que Constroem, Mulheres que Inspiram!”, o evento reuniu estudantes, profissionais e membros da comunidade acadêmica em um momento de diálogo, troca de experiências e valorização do protagonismo feminino.

    A abertura foi conduzida pela mediadora Maria Eduarda da Silva Araujo, que destacou a importância de espaços como esse para fortalecer conexões e ampliar reflexões sobre o papel das mulheres na sociedade. Em sua fala inicial, a professora Isabel ressaltou o impacto do encontro: “Momentos como este são essenciais para dar visibilidade às trajetórias femininas e incentivar que mais mulheres reconheçam seu potencial e ocupem os espaços que lhes pertencem”.

    Após a abertura oficial, a vice-diretora da unidade, Nilza Carvalho, foi convidada a fazer o uso da palavra. Em sua fala, ela saudou o público e destacou a presença das convidadas como um exemplo prático para reforçar o protagonismo feminino e a capacidade de liderança das mulheres no mercado de trabalho atual.

    A programação contou com a participação de três convidadas que compartilharam suas trajetórias profissionais e pessoais: Raquel Lourdes Ribeiro Marques, Isabella Cecília Gregório e Thaís Silva Lomba.

    Durante a roda de conversa, Isabella Cecília relembrou sua trajetória de dez anos para se consolidar e a importância da resiliência: “A minha transição para o meio artístico foi muito lenta e gradual, vinda de muitos 'nãos' e de muitos processos de tentativa e erro, mas também de muita busca por formação para entender onde o meu trabalho se encaixava”.

    Raquel Marques, com experiência nas engenharias Civil e Ambiental, abordou a competência técnica acima do gênero no canteiro de obras: “O mercado ainda tem suas resistências, mas o que realmente define nossa permanência é a competência técnica. No mercado de trabalho, o valor que entregamos e a nossa capacidade de entrega falam muito mais alto do que as notas no nosso histórico escolar”.

    Já Thaís Lomba destacou como o engajamento na graduação e a rede de apoio foram decisivos para sua carreira: “Participar de projetos de extensão, monitoria e diretório acadêmico me deu a base prática, como o domínio de ferramentas que o mercado exige, mas o principal foi perceber que existe uma rede de cooperação entre nós, egressos da UEMG, onde uma ajuda a outra com consultorias e demandas”.

    Mulheres na engenharia

    Para reforçar o engajamento e a celebração da noite, o evento contou com o sorteio de diversos brindes entre os presentes e a distribuição de bombons, criando um clima de descontração e proximidade entre palestrantes e público. Ao final, foram realizados os agradecimentos oficiais e a entrega de certificados de participação.

    Encerrando a programação, os presentes foram convidados para um coffee-break e para o registro de fotos, consolidando o evento como um espaço de inspiração, aprendizado e fortalecimento da presença feminina na sociedade e nas engenharias.

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