A partir das 18h desta sexta-feira, 18 de dezembro, o projeto de extensão "O artista pesquisador", da Escola Guignard da UEMG, irá receber Alexia Melo para uma live (
@oartistapesquisador) sobre sua dissertação de mestrado "Narrativas da Juventude do Quilombo Mato do Tição: vozes, imagens e sons de jovens quilombolas", defendida na Faculdade de Educação (FaE) da Universidade Federal de Minas Gerais.
Além do Mestrado em Educação pela FaE-UFMG (2020), Alexia Melo possui Licenciatura em Artes Plásticas pela UEMG – Escola Guignard (2008) – e Bacharelado em Publicidade e Propaganda pela Uni-BH (1998). É uma das sócio fundadoras da ONG Associação Imagem Comunitária (AIC), onde trabalhou em diversos projetos de formação em comunicação comunitária envolvendo as juventudes e os movimentos culturais e sociais, ocupando as funções de arte educadora, coordenadora, educadora de processos formativos de produção audiovisual e gestora de projetos sociais. Compôs a equipe de educadores da Oi Kabum - Escola de Arte e Tecnologia, ofertando disciplinas de Fotografia, Audiovisual e orientação de projetos. Atuou como diretora, cinegrafista e montadora para o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em projeto de inventário (INRC) de seis Quilombos situados na Serra do Cipó e também no documentário "Tem Quilombo na Cidade", que fez parte do Registro de Patrimônio Imaterial dos Quilombos de BH (Mangueiras, Manzo Ngunzo Kaiango e Luízes). Hoje em dia, trabalha como educadora audiovisual e pesquisadora assistente no LAPA (Laboratório de Práticas Audiovisuais) da FaE-UFMG, e desenvolve o projeto Eduka Kilombu, junto às crianças e jovens do Kilombu Manzo Ngunzo Kaiango (BH).
"O Artista Pesquisador"
O projeto vem sendo promovido pela Escola Guignard, desde 2018, como uma série de encontros com artistas-pesquisadores, a fim de revelar processos e experiências na pesquisa em arte para o corpo discente e docente da Unidade Acadêmica. O objetivo é revelar metodologias, processos e experiências, constituindo a arte como um campo fecundo para a investigação.
A ação é coordenada pelas professoras Daniela Goulart e Thereza Portes.