Em continuidade ao processo de licenciamento das obras para o início da construção do Campus Belo Horizonte, a UEMG protocolou na última quinta-feira, 11 de abril de 2019, junto à Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH), o pedido de análise aos Estudos de Impacto de Vizinhança (EIV), etapa obrigatória que apresenta ao executivo municipal as consequências previstas para a implementação de uma obra de grande porte gera para a região em que se instala, em termos de mobilidade e circulação de pessoas, geração de resíduos sólidos, entre outros fatores.
A empresa contratada pela UEMG para realização dos estudos compilou seis volumes de dados e informações para apresentação junto à PBH. Para se ter ideia das alterações para a região, estima-se que a efetivação do Campus BH traga ao Bairro Cidade Nova, região nordeste da capital, um fluxo diário adicional de cerca de 4 mil pessoas, entre estudantes, professores e servidores, em ocupação a uma área total de 90 mil m2.
O prazo legal para a manifestação da prefeitura sobre o requerimento da UEMG é de 60 dias, podendo após esse período solicitar à Universidade rodadas de informações complementares até apresentar as condicionantes que deverão ser incorporadas ao projeto de construção para mitigar os impactos negativos observados.
A expectativa da área técnica da Pró-reitoria de Planejamento, Gestão e Finanças da UEMG é de que esse processo seja concluído até o final deste ano. Concluída essa etapa, iniciam-se os trâmites para a aprovação, na mesma instância, do Projeto Arquitetônico.
Quando finalizado, o Campus Belo Horizonte no bairro Cidade Nova deverá reunir a Reitoria às atividades acadêmicas (graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão) da Escola de Música, da Faculdade de Educação e da Faculdade de Políticas Públicas Tancredo Neves. A Escola Guignard permanecerá em sua sede própria no bairro Mangabeiras e a Escola de Design seguirá para sua nova sede na Praça da Liberdade.
