A 16ª Semana de Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e realizada pelo Centro de Memória Professora Batistina Corgozinho (Cemud), da UEMG Unidade Divinópolis, teve como tema, neste ano, “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”, que explora a questão das novas tecnologias empregadas na área, como os museus interativos e a disponibilização dos acervos na internet. As novas abordagens foram criadas para atender às demandas dos novos públicos de museus, pessoas cada vez mais conectadas e que nem sempre podem ir ao espaço físico, mas que querem ter acesso aos conteúdos. Com o objetivo de contar um pouco dessas mudanças na área museológica, foi montada, no gramado do bloco 5 da Unidade, entre os dias 14 e 25 de maio, a exposição “Memórias em redes: novas conexões em museus”.
A 16ª Semana de Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e realizada pelo Centro de Memória Professora Batistina Corgozinho (Cemud), da UEMG Unidade Divinópolis, teve como tema, neste ano, “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”, que explora a questão das novas tecnologias empregadas na área, como os museus interativos e a disponibilização dos acervos na internet. As novas abordagens foram criadas para atender às demandas dos novos públicos de museus, pessoas cada vez mais conectadas e que nem sempre podem ir ao espaço físico, mas que querem ter acesso aos conteúdos. Com o objetivo de contar um pouco dessas mudanças na área museológica, foi montada, no gramado do bloco 5 da Unidade, entre os dias 14 e 25 de maio, a exposição “Memórias em redes: novas conexões em museus”.
A exposição contou a história dos museus desde o surgimento, passando pela história dos museus naturais, até as revoluções tecnológicas da área, como, por exemplo, a recriação dos espaços na internet, com fotos e áudios que permitem ao visitante passear pelo museu “online”. Durante a exposição, dois computadores ficaram disponíveis para uso do público, um conectado ao Portal EmRedes, apresentando o site, as notícias e o acervo; e outro, aos principais museus com acervo “online”, como o Louvre, por exemplo.
